Vinho dos Mortos ganha nova vida

Na segunda invasão francesa a Portugal, em 1809, o povo do atual concelho de Boticas, com medo que lhes pilhassem os seus pertences, escondeu o que conseguiu, incluindo o vinho, que foi enterrado no chão das adegas. Mais tarde, quando recuperaram os bens, descobriram que o vinho tinha adquirido propriedades inesperadas. Um vinho com baixo teor alcoólico e algum gás, fruto do processo de fermentação natural. Por ter sido enterrado, recebeu o nome de Vinho dos Mortos.

Um testemunho do engenho e resiliência dos barrosões.

Para Nuno Pereira, CEO do Vinho dos Morto, a nova imagem desenvolvida pelo designer Tiago Rodrigues, é o culminar de um projeto desenvolvido nos últimos anos com o objetivo de reposicionar o Vinho dos Mortos num segmento superior. Valorizando a história de um vinho com mais de dois séculos, testemunho do engenho e resiliência dos barrosões, ao mesmo tempo que responde a desafios da atualidade. Como o da sustentabilidade, ao recorrer a embalagens de cartão simples, com impressão a uma cor, e à selagem das garrafas com lacre, como no passado.

www.vinhodosmortos.pt

PUB