Entre memória e luz nasce “Alegria dos Vivos”, o novo branco do Vinho dos Mortos, que transforma a tradição numa celebração. Uma homenagem a Armindo de Sousa Pereira, com ilustração de Tiago Rodrigues.

O Alegria dos Vivos é um vinho criado em homenagem a Armindo de Sousa Pereira.
Armindo de Sousa Pereira (1947-2024) foi o homem que deu nova vida ao histórico Vinho dos Mortos e garantiu a continuidade de um legado com mais de dois séculos, enraizado na tradição familiar da Casa Sousa (1792).
Feito a partir de vinhas velhas das castas Gouveio, Arinto, Viosinho e Rabigato, situadas a 700 metros de altitude, sobre solos graníticos, o Alegria dos Vivos 2024 expressa a autenticidade da viticultura de montanha com uma edição limitada de 1.906 garrafas numeradas.
Um legado com mais de DOIS SÉCULOS.
A tradição do Vinho dos Mortos nasceu no início do século XIX, quando o povo da atual região de Boticas enterrou o vinho no chão das adegas para o proteger dos saques das tropas francesas. Ao desenterrá-lo, descobriram que o vinho tinha adquirido propriedades inusitadas: baixo teor alcoólico e ligeiro gás natural, fruto da fermentação durante o período em que permaneceu enterrado, beneficiando da temperatura constante e ausência de luz. Assim recebeu o nome de “Vinho dos Mortos”.
Uma descoberta acidental transformou-se numa das histórias mais emblemáticas do património vinícola português, uma tradição que continua viva até aos dias de hoje e que agora se complementa com o lançamento do “Alegria dos Vivos”.




